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Para quem ensina inglês

Seu aluno lê inglês bem.
E trava quando precisa falar.

O Beat dá a ele dez minutos de conversa por dia, com um interlocutor de IA que pergunta em voz alta e espera a resposta. Sem preparar exercício. Sem adivinhar quem travou.

Já usa o Beat? Entrar

0,0s

até a primeira palavra

A medida

Acerto não mostra quem trava.

O que você viu ali em cima foram 6,4 segundos e 1,9 segundos. É a única coisa que medimos.

O aluno que lê bem acerta o exercício e mesmo assim congela na reunião. Ele reconhece rápido e recupera devagar — e é a demora que aparece na call, não o erro. Por isso o número central aqui é a latência até a primeira palavra.


3,0s
A meta. Acima disso, a frase volta na próxima lição.
nota + latência
No mesmo eixo. Nota subindo com latência parada é quem acerta de memória e ainda congela.
exercício feito
Contagem e % de acerto não entram como diagnóstico: enchem o painel e não separam ninguém.
O cronômetro corre aqui: entre a pergunta e a primeira palavra dela.

O dia do aluno

Dez minutos, e o inglês é o da reunião dele.

Lição maior que isso não é feita — e lição não feita não ensina ninguém. O cenário é o de trabalho: daily, entrevista, planejamento, incidente.

Conversa falada ao vivo

O microfone abre sozinho

Um interlocutor de IA pergunta em voz alta, o microfone abre no fim da pergunta e o turno fecha no silêncio. Sem botão para começar a falar: o clique contaminaria a medida com o tempo de mover a mão.

  • A conversa mira as frases da própria lição — o interlocutor abre brecha para elas e nunca as diz.
  • Cada turno vira um registro com a latência até a primeira palavra.
  • Fora da lição existe a conversa livre, onde ninguém avisa qual frase vai ser precisa.
Dez minutos antes da reunião, na cozinha.

E mais oito tipos de card

A lição é uma sequência curta

Ouvir e repetir
áudio da frase, com meia velocidade
Falar
a fala é comparada com o alvo
Escrever de memória
cobra recuperar, não reconhecer
Áudio real
trecho em velocidade nativa, em loop
Vídeo
assistir e marcar o que não entendeu

Tradução e transcrição ficam atrás de um botão: ler o português antes mata o esforço que fixa.

Do seu lado

Abre o painel e sabe por onde começar.

A pergunta de quem tem trinta alunos e quarenta minutos é uma só: com quem eu falo hoje? A visão geral responde isso antes de qualquer gráfico.


Visão geral da escola

Nota média, latência típica, frases pendentes e quem precisa de atenção primeiro.

Evolução de cada aluno

Nota e latência no mesmo eixo do tempo, com a primeira e a última tentativa.

Turmas, alunos e lições

Cada aluno tem o curso dele, não uma trilha comum. Aluno entra por convite e define a própria senha.

A próxima lição já vem escrita

Montada em cima das frases que ele recupera devagar, marcada no painel para você editar ou descartar.

o orbe, vivo

Por que Beat

Em roteiro, a beat é o silêncio entre duas falas. O produto existe para esse silêncio não virar um vazio.

O nome saiu do código: o cronômetro do exercício de recall já se chamava .beat antes de existir uma marca. E o logo é um quadro congelado deste orbe — a mesma equação que ele desenha enquanto o aluno fala.

Sob o capô

Conversa é orçamento de latência. Um segundo e meio, e deixa de parecer conversa.

0,73s

Até a IA começar a falar

O interlocutor responde em streaming, frase a frase — o que importa é quando a primeira sai, não quando a última chega. O modelo em produção foi escolhido medindo isso, não por catálogo.

Gemini · Claude · local

Três backends, uma ordem

O produto usa o primeiro que tiver credencial, e cai para um modelo local quando não há nenhuma. Trocar de fornecedor é uma variável de ambiente, não uma reescrita.

1,9s

Até o aluno começar a falar

Este é o número que ninguém mais devolve para quem ensina. Os outros corrigem pronúncia e gramática; o Beat cronometra a hesitação — e é ela que aparece na reunião.

O modelo

Não vendemos para o aluno.
Vendemos para quem já tem a turma.

Aluno de inglês já tem professor. O que falta a ele é o dia entre uma aula e outra — e o que falta ao professor é ver o que aconteceu nesse intervalo.

Para o professor

Ele para de preparar exercício de conversação e passa a vender resultado: chega na aula sabendo quem travou, em qual frase e há quanto tempo.

Preço por aluno

A escola paga por aluno ativo e cobra o que já cobra. A conta fecha com uma turma pequena — não é preciso encher uma sala para o produto se pagar.

Cresce sem trocar de produto

Um professor com mais turmas, ou uma escola com mais professores, usa exatamente o mesmo painel — a estrutura de turmas é a mesma do primeiro aluno em diante.

A aula não é o problema.
O problema são os seis dias entre uma e outra.

Comece com uma turma e veja o primeiro número aparecer no painel.